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[MOP] Liodas Proudmoore

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[MOP] Liodas Proudmoore

Mensagem por Hera em Qua Out 11, 2017 6:06 pm




Importante





Ⅰ. Por onde começar a narrar, é escolha sua. Seja da hora que acordou e o que fez até a noite, ou que acordou de noite e já encontrou a trilha;

Ⅱ. Você pode tanto esconder a caixa em algum local seguro, como no seu quarto, por exemplo, ou também levá-la consigo. Ela é pequena, então cabe dentro de uma mochila;

Ⅲ. Na hora de invadir os chalés, se acertar os três de acordo com as pistas, ganhará pontos extras. Se errar, perderá.  A forma de como irá invadir, ou entrar, de acordo como quiser, será avaliada;

Ⅳ. Assim como a ordem de qual chalé começar, você também pode escolher a hora. Seja logo após de encontrar a caixa, ou de madrugada, com todos dormindo;

Ⅴ. Depois de abrir o portal, será opção sua aparecer na mesma praia ou em outra parte da Ilha;

Ⅵ. Seja qual lá for sua vingança, tome cuidado. Mesmo que o dono da narração seja você, perderá MP, HP e até mesmo poderá morrer no final;

Ⅶ. Como sempre, em spoilers, cite o que está levando, poderes utilizados e etc;

Ⅷ. Você tem uma semana para postar.

Boa sorte.

Laços Familiares
Após tanto tempo desde a visita de Liodas a Ilha de Circe, o semideus não conseguira esquecer. Somente a falha ficava apitando em sua mente, o lembrando todos os dias do que aconteceu naquele local. Não conseguiu recuperar o espelho, quase morreu para uma deusa e foi resgatado por outra, isso estava se tornando perturbador para ele.

— Olha só, se não é o queridinho da Hera — disse um semideus entre um grupinho, provocando Liodas. Todos riram no mesmo instante.

Pelo visto, a notícia correu solta pelo Acampamento Meio-Sangue. De alguma forma, todos estavam sabendo o que tinha acontecido naquela Ilha, e por ser salvo por Hera, a prole de Hécate virou motivo de gozação. Por onde passava, o semideus era alvo de fofocas. Alguns o criticavam e o ridicularizavam para todo o Acampamento, outros o defendiam e concordavam com suas ações. Mas a pura realidade, é a inveja, pois a maioria jamais receberia atenção de um ser divino.

Enquanto caminhava, sem rumo, um trilha de penas chama a atenção de Liodas, que decidiu seguir. Passou por vários locais do Acampamento, até chegar em seu destino, o anfiteatro. Como já estava de noite, o palco não estava mais ali, no lugar, semideuses lutando por pura diversão. Por conta da escuridão, ninguém notou a presença da prole de Hécate, que ao chegar em seu destino, avista uma pequena caixa no chão com três cadeado, mas sem as chaves. Atrás da caixa, um bilhete:

''Onde os mais belos dormem, os mais ricos apostam e os mais sangrentos lutam.''

Uma caixa, três cadeados e três pistas. Certamente, com base no que estava escrito, seria onde as chaves se localizavam. Liodas teria que, de alguma forma, entrar nos três chalés respectivos e encontrar as chaves, sem chamar a atenção. E claro, esconder a caixa antes.

[...]

Depois de conseguir as três chaves com sucesso e abrir a caixa, dentro dela, um pergaminho reconhecível para Liodas. Porém, desta vez, o feitiço era outro, mas com o mesmo propósito, abrir um portal para Ilha de Circe.
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Re: [MOP] Liodas Proudmoore

Mensagem por Liodas Proudmoore em Sex Out 13, 2017 12:40 am

Prelúdio de
uma vingança


Pessoas que andam e falam nunca foram o tipo preferido de Liodas. Quando criança, sua melhor amiga era uma fantasma que passava todo seu pós-vida assombrando a casa em que o semideus cresceu. Um de seus psiquiatras acreditava que essa crença no sobrenatural, ou imaginação fértil demais, fosse a causa para sua personalidade antissocial. Todos concordaram, inclusive o próprio garoto.

Entretanto, a teoria foi por água abaixo quando a verdade foi revelada. A essência da própria magia corria nas veias do último Proudmoore. E ser um semideus não justificava sua dificuldade em fazer amigos. Ele apenas não gostava de pessoas.

— Olha só, se não é o queridinho da Hera — disse um semideus que passava pela frente do chalé XX junto a um pequeno grupo. Todos riram com a provocação, menos Liodas.

Com apenas um gesto obsceno para aquele que o provocou, o filho de Hécate se distanciou a passos rápidos sem esperar por mais brincadeiras de mau gosto. Uma briga logo pela manhã não era a forma por qual desejava começar seu dia.

Ironicamente, Liodas optou por fazer uma visita à enfermaria. Estava se sentindo mal com seu fracasso e precisava de uma ajuda profissional para ajudá-lo, como nos velhos tempos.

●●●

— Terminamos por hoje — disse a um enfermeiro do acampamento ao perceber que não há psicólogo nesse lugar. Havia somente perdido seu tempo.

O jovem se distanciou de todos os lugares onde poderia ver ou ouvir alguém murmurando sobre sua missão onde quase morreu em um combate contra uma sereia desarmada. Seguir para a floresta pareceu uma boa ideia para ele. Todavia, acabou se perdendo em seu interior devido ao mar de pensamentos em que estava mergulhado. Quando despertou de seus devaneios, encontrou um deus sozinho. Junto dele, recuperou uma boa parte de seu ânimo.

“Eu precisava disso”, pensou quando caminhava de volta para seu chalé. Já estava tarde e ele ainda não sabia o que acontecia com aqueles que ficam fora de seus dormitórios durante tão tarde da noite. “Penas?” Ao olhar para o chão a sua frente, ele notou muitas penas em uma espécie de trilha. Curioso como uma criança, seguiu-as sem hesitar.

Seguindo as migalhas direto à Casa de Doces, ou Anfiteatro para os sóbrios, Liodas pôde encontrar nas sombras, uma caixa pequena se encontrava depois da última pena. Ao pegá-la em mãos, notou que estava impossibilitada de ser aberta por conta de três cadeados.

— Ha! Um ou dez, todos podem ser quebrados por um feitiço — disse a ninguém. Apontou sua varinha e se preparou para executar um feitiço, mas se interrompeu ao ver um bilhete preso ao objeto. — “Onde os mais belos dormem, os mais ricos apostam e os mais sangrentos lutam” — leu o conteúdo —, interessante.

Era um enigma e a recompensa por resolvê-lo deveria ser a maneira de abrir a caixa, sendo assim as chaves. “O que há nessa coisa para alguém perder tempo com toda essa bobagem?”, questionou-se enquanto balançava a caixa perto de seu ouvido para identificar o que havia dentro. “Droga”, não conseguiu descobrir, então decidiu aceitar o desafio. “Além do mais, isso tem a cara dela…”, pensou na única mulher que teria a falta do que fazer o suficiente para lhe incumbir de brincar com enigmas.

Liodas foi capaz de recuperar parte de sua confiança numa clareira dentro da floresta e agora a colocaria em prova para que pudesse, caso tivesse êxito, voltar a ter seu orgulho. Deixou a caixa debaixo do lençol de sua cama assim que retornou ao seu chalé e, sem mais delongas, ele seguiu para o primeiro lugar que tinha certeza que encontraria a primeira chave.

●●●

“Em teoria, aqui é onde os mais belos devem dormir”, pensou enquanto observava a entrada do chalé dos filhos de Afrodite. A deusa do amor sempre foi tratada como a mais bela entre os imortais, portanto, seus filhos deveriam ser como ela entre os semideuses. “Agora… como entrar?”

O acampamento já estava quieto por causa da hora, todos se encontravam dormindo em seus chalés ou escondidos em algum lugar. Ninguém que estivesse quebrando as regras do acampamento iria dedurar o filho de Hécate, por isso ele nem sequer se preocupava em se esconder. Além de que, suas roupas agiam como uma espécie de camuflagem de sombras, mantendo-o oculto no escuro.

Aproveitando a escuridão natural, Liodas entrou no chalé tomando cuidado com os passos para que não o escutassem. Seus olhos eram capazes de se acostumar a ausência de luz, por isso não teve problemas em continuar enxergando. Todavia, ele não esperava ver uma espécie de casa da Barbie na fase emo, pois era tudo preto e cinza, apesar de sua visão noturna. “Que pesadelo”.

As proles de Afrodite dormiam profundamente. Isso deveria ser por conta do famoso “sonho de beleza”, algo que parecia ser levado muito a sério entre essa gente. Muitos usavam máscaras para dormir, alguns utilizavam cremes no rosto para manterem a beleza — algo irônico — e muitos prendiam seus cabelos de maneira que os mantivessem belos quando acordassem. Liodas não queria pensar em quanto tempo devia ser preciso para todos terminarem de se arrumar somente para dormir.

Enquanto procurava por algo que parecesse uma chave de cadeado, o semideus se aproximou de uma das camas para procurar debaixo de um travesseiro. Se estivesse certo, cada chave deveria estar em uma cama dos chalés. E estava certo.

— Encontrei! — comemorou mais alto do que esperava, acordando três semideuses de uma vez. Todos estavam com máscaras para dormir. — Uma barata! — gritou com sua voz feminina interior mais forte possível, fazendo com que todos os mais belos ali presentes fugissem do chalé enquanto gritavam sem parar.

Esgueirando-se pelos cantos, Liodas saiu sem ser visto com a chave no bolso. Agora restavam duas. “‘[...] os mais ricos apostam…’”, tentou adivinhar a que lugar do acampamento isso se referia. Era uma dica menos óbvia que a primeira, mas havia apenas um lugar no acampamento onde a sorte e o azar eram controlados.

●●●

Liodas ficou boquiaberto quando viu o interior do chalé XIX, uma miniatura de cassino digno de Las Vegas. Nunca pensou que poderia haver um lugar tão divertido dentro do acampamento. “Não teria descoberto esse lugar sem essa missão”.

O plano ainda era o mesmo: manter-se oculto nas sombras e procurar pela chave nas camas dos semideuses. Era algo complicado, visto que o lugar não era tão escuro como um dormitório comum e ninguém dormia com máscaras, o que facilitaria acordar e perceber o intruso caso Liodas fizesse algum barulho. Ainda havia outro fator importante, os filhos de Tique eram sortudos demais. Caso Liodas tentasse algo contra eles, as chances dele não conseguir eram muito altas.

“Então eu não devo tentar algo contra eles…”, concluiu.

Com mais cuidado que da outra vez, buscou pela chave em cada travesseiro e lençol. Não buscava incomodar ou ferir algum filho de Tique, portanto, a sorte deles não deveria atrapalhá-lo de encontrar o que procurava. Na verdade, eles deveriam permanecer dormindo, com ou sem barulhos. “Onde está?”, pensou ao procurar pela última cama e não encontrar.

Liodas então repetiu o enigma em sua cabeça, procurando descobrir o que havia errado.

“Ah, mas era tão óbvio!” O filho de Hécate se afastou das camas e foi até uma mesa grande e circular onde jogos como pôquer deveriam ser feitos. Todo rico que gosta de apostar, ama o pôquer. “Não deve ter graça de jogar isso quando não há riscos”, pensou enquanto retirava a chave que procurava da mesa e saía do chalé.

●●●

— Agora o próximo lugar é… Ha! A arena — afirmou enquanto caminhava lendo o bilhete em sua mão. Os mais sangrentos, ou não, lutam na arena e Liodas tinha certeza disso.

O semideus correu em direção à última chave. Estava ansioso para descobrir o que havia dentro da caixa e agora que estava tão perto de descobrir, não conseguia conter sua curiosidade. Em pouco tempo, adentrou a arena do Acampamento Meio-Sangue.

— Isso talvez demore… — disse ao perceber que a arena era grande demais. O objeto que procurava seria difícil de encontrar e provavelmente levaria muito mais tempo do que gostaria.

Para o azar de Liodas, ele não era muito energético. Com o passar do tempo, acabou se cansando de procurar pela chave na arena. Já havia feito muito mais do que achou que seria capaz, tendo em vista que é um preguiçoso quase profissional. O que o motivava era o desejo por recuperar seu orgulho e a sua curiosidade. Mas foi seus defeitos que o fizeram pensar em uma maneira de encontrar o objeto.

Com suas mãos, reproduziu uma sequência de gestos que havia aprendido na própria arena em que estava. Quando terminou, um globo de luz surgiu entre suas mãos e ele o ergueu para o alto, iluminando o local. Não era algo como um farol, mas era o suficiente para a sua luz ser refletida em coisas metálicas, como espadas, escudos e chaves.

Como era de se esperar, um brilho ao longe chamou a atenção de Proudmoore, era a última chave. Agora ele poderia retornar ao chalé XX e foi o que fez.

●●●

Sem hesitar para pensar nas chances de haver algo perigoso dentro da caixa, Liodas colocou uma chave em cada cadeado e abriu todos de uma vez. Ainda estava tomando cuidado para não fazer barulho, pois ele não aceitaria ser descoberto logo agora.

— Um pergaminho. Um pergaminho murmurou para si mais de uma vez apenas para confirmar que não estava em uma pegadinha. — O que tem nele? Uma receita de bolo, eu aposto. — Ao ler o que estava escrito, ele mordeu a língua. Era uma instrução de como abrir um portal, semelhante ao último do qual Hera o ensinou.

Após reunir velas, desenhar alguns símbolos com giz e derramar algumas gotas de sangue, o semideus entoou um cântico que abriu o portal. Era parecido com o de antes, o que lhe fez ficar com receio. Talvez encontrasse Circe outra vez, ou fosse cercado por sereias. “Porcaria…”

O som de um tapa ecoou pelo chalé XX. Liodas bateu em seu próprio rosto, não com muita força, mas o bastante para recuperar seu foco. Assim ele pulou sem pensar mais, o que talvez tenha sido causado pelas chances de ter acordado seus irmãos. Se eles o vissem fazendo um ritual para abrir uma passagem mágica, talvez contassem a Quíron.

Quando atravessou do outro lado do portal, Liodas se encontrou numa espécie de boticária. Não era natural, pois a magia que fluía ali era forte demais. “É o lar dela”, pensou ao lembrar sua irmã mais velha. “O que será que Hera quer que eu faça aqui dessa vez?” Só agora o semideus parou para tentar descobrir a razão por trás disso tudo. Além de como fazer o feitiço do portal, nenhuma instrução do que fazer quando conseguisse estava escrita no pergaminho.

Apesar disso, o último Proudmoore resolveu explorar o lugar, a começar por uma sala próxima que parecia atrair ele de corpo e alma.

— Incrível! —
Depois de passar pela porta da sala, ele avistou incontáveis artefatos de beleza incrível e auras mágicas impressionantes. Não foi capaz de evitar de levar os que mais chamaram sua atenção: uma grande bolsa, um chapéu de bruxo, um colar com uma espécie de miniatura de cajado no meio, uma adaga, uma taça com gemas preciosas e tudo que era de ouro e coubesse na bolsa.

Igual a um ladrão de comédias do cinema, Liodas primeiro espiou o corredor pela porta, procurando saber se havia alguém no corredor. Depois de confirmar que estava sozinho, saiu em disparada em direção aonde o portal havia se aberto. Esperava que ele não tivesse se fechado, pois era o seu único meio de fuga.

— Você de novo! — gritou uma voz familiar. A deusa Circe surgiu logo atrás dele.

— Oi, maninha. Vim apenas buscar meus presentes de aniversário atrasados. Não se incomode! — Liodas dizia enquanto corria o mais rápido que conseguia com todo o peso que levava. Para a sua sorte, a bruxa não corria atrás dele.

“Estranho, por que ela está fazendo nada… ?”, antes que pudesse olhar para trás, Liodas foi acertado por uma bola de fogo. Felizmente, a bolsa em suas costas o protegeu do impacto. Todavia, os itens roubado caíram por causa do buraco que foi feito atrás da bolsa. Apenas o chapéu e o colar permaneceram com o jovem, pois estes ele os colocou assim que os viu.

— Até a próxima, mana! —
Ele atravessou o portal quando o mesmo tremeluzia. Logo em seguida, o vórtice se fechou e sumiu. A deusa não seria capaz de segui-lo.

O coração de Liodas estava disparado, sua vida quase foi tomada pela inimiga da primeira vez. Entretanto, ele comemorou em silêncio, erguendo os braços na escuridão do chalé XX. Seus irmãos não pareciam se importar, ou não entendiam o que havia acontecido. Sendo assim, Liodas caiu em sua cama ainda usando o colar e o chapéu roubado da ilha de Circe.

Habilidades utilizadas:

Passivas
➤ Observador da Noite: Quando desejado, os olhos dos filhos de Hecate ganham um tom laranjado e enxergam normalmente no escuro.
➤ Vestes de Sombra: O filho de Hecate consegue de certa forma se camuflar no meio as sombras sem que ninguém note a sua presença.
➤ Conhecimento de Feitiços: Com o conhecimento elevado sobre os feitiços, o filho de Hecate consegue ler e decifrar feitiços antigos em forma de símbolos.

Ativa
➤ Feitiço Incandescente: Produz uma luz inofensiva, apenas para iluminar. Um clarão denso e cegante por no máximo duas rodadas. Gasta-se 5MP
Item utilizado:
➤ Varinha de Codão: Esta varinha permite conjurar feitiços de forma mais rápida, contribuindo para que seus feitiços tenham o dobro de velocidade de ataque. 25% de dano de seus ataques ativos não podem ser defendidos.
Defeitos e Qualidades:
[DEFEITOS]
➤ Cabeça Quente
➤ Mania: Ignorância
➤ Desprezo: Filhos de Hebe
➤ Preguiça

[QUALIDADES]
➤ Arte Mágica
➤ Lutador
➤ Regrado
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Re: [MOP] Liodas Proudmoore

Mensagem por Hera em Sex Out 13, 2017 3:09 am

Liodas Proudmoore


Hey, Proudmoore.

Bem, vendo pelo lado pessoal, como sua amiga, adorei de verdade. Hoje já é a segunda vez que dou bastante risada avaliando, e isso é super gratificante para mim. Fiquei feliz também que soube seguir as pistas, mas procurando na cama de ''onde os mais ricos apostam''? Enfim, adorável.

Agora, na opinião de avaliadora, também adorei. Não preciso mais inflar o seu ego, porém, cito novamente que adoro seus textos, e o mais importante, sua narrativa, que prende a gente na hora da leitura. Eu pude sentir cada sensação do seu personagem, desde a curiosidade ao chacoalhar a caixa até o pavor na hora que correu da Circe. Porém, eu senti falta de uma coisa, o uso de feitiços. Em toda OP, você utilizou apenas um ativo, só para iluminar a arena. Não é que esteja errado, mas da próxima vez, independente da situação, procure utilizar mais de seus poderes, visto que quanto mais praticar, mais fácil e certeiro será da próxima vez.

Apesar de ser uma OP relativamente grande, como falei agora pouco, é um texto tão bem-feito que me prendeu do começo ao fim, sem vontade de dar pausa na leitura ou desânimo de continuar. Harmonização entre a concordância, gramática, narrativa, falas, pensamentos, ações... em suma, parabéns.

Agora vamos falar sobre os itens que roubou. O objetivo da sua OP era se vingar de Circe de alguma forma, e a forma que arranjou, foi de roubar alguns objetos da bruxa. No final, restaram apenas dois, um colar e um chapéu com propriedades mágicas. Deixarei que fique com os dois, e irei citar abaixo o que cada um lhe concede, todavia, não sairá impune.




Perdas

Em sua OP, Liodas perdeu 5 de MP para lançar o Feitiço Incandescente, mais 100 de MP para abrir a fenda e 30 de MP para mantê-la aberta. Resultando em 15 MP restante.

Assim como o gasto de MP, na hora que a deusa o atingiu com a esfera de fogo, as chamas se alastraram para a perna do semideus, causando uma queimadura superficial, perdendo 15 de HP. Resultando em 110 HP restante.

Ganhos

[Chave da Estrela] Uma pequena chave presa em um colar que pode ser transformado em um cajado com um metro e trinta de comprimento. É muito resistente e permite que o usuário voe, gastando 10 MP por turno no ar. +30 de dano

[Chapéu de Bruxo] Um chapéu que permite o usuário sentir a presença de qualquer criatura oculta de nível igual ou inferior num raio de cinquenta metros. Parece um chapéu fedora para quem não é bom em ver através da névoa.

Além dos itens, o semideus recebeu 200 dracmas e 350 de XP.

Para todo o sempre

Mas, por roubar de uma deusa, este receberá uma punição eterna. Furiosa, Circe canalizou sua magia em uma parte da calça do semideus que ficou para trás após entrar em contato com as chamas, lançando uma maldição.


[Miau, por Circe] Todo dia, quando o céu escurecer, o semideus se transformará em um gato preto dos olhos amarelados, perdendo suas capacidades humanoides e mágicas, reduzindo também o HP para 10/10. Permanecerá na forma felina até o nascer do Sol.
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Re: [MOP] Liodas Proudmoore

Mensagem por Hipnos em Sex Out 13, 2017 12:48 pm

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Re: [MOP] Liodas Proudmoore

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