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MOP | DE MAL A PIOR_ALBAFICA

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MOP | DE MAL A PIOR_ALBAFICA

Mensagem por Apolo em Ter Maio 02, 2017 8:21 pm

Surprise
”Se uma vida te dá um limão, faça uma limonada.”
Bah! Nem sempre é tão fácil criar algo para se fazer e Albafica sabia bem como era estar nessa situação. Como ocorre com todo campista certo tempo depois sua rotina se tornou repetitiva e ele começou a se perguntar o quanto valia a pena esperar alguma missão de Quíron ou do Oráculo.
Pensando em como chegara a tal ponto o jovem deus sai para passear e talvez, só talvez, tenha se arrependido de subir a colina do acampamento mesmo sendo um dos domínios de sua mãe. Uma velha corcunda e de olhos fundos correu aos tropeços e caindo por cima do garoto.
"Ajude o garoto cumprir sua missão, suas escolhas afetam a todos!" Ela gritava histérica e desesperada. "Destrua quem ao mundo destrói e siga os desejos contrários ao seu coração. Não deixe ele tomar meu lugaaaaarrrrr!!!"
De quem ela falava? Por que tanta loucura? A quem destruir?
Essas e outras perguntas rodeavam a mente assustada de Albafica quando reconheceu aqueles cabelos e olhos escuros da velha que sumiu se contorcendo de dor.

Pontos Obrigatórios::
Pode escolher, no mínimo, 10 pontos obrigatórios da lista abaixo:
-Descrever como estava a semana até o encontro com Deméter e como imaginou que seria a missão, sendo pego desprevenido. (5XP por linha)
-Encontrar um bilhete de sequestro e descobrir a origem dele (30XP)
-Achar um objeto antigo de metal e ser enganado achando que dá sorte (20XP)
-Adicionar um NPC terrorista à trama (???)
-Sentir que exigem mais do que consegue corresponder e ser esmagado pelas responsabilidades (Chance de Passiva Própria)
-Sofrer com suas qualidades (???)
-Enfrentar uma duplicata sua e quase morrer duas vezes (400 dracmas)
-Fazer uma escolha muito difícil que gere consequências pela vida toda (???)
-Receber uma ajuda inesperada que resulte na morte de alguém que ame (1 Nível)
-Receber um alerta da NPC Sophie Froster, filha de Apolo (???)
-Lutar no deserto (Chance de item especial)
-Enfrentar sete monstros de rank ✮✮✮ (80XP), três de rank ✮✮✮✮ (120XP) ou dois monstros de rank ✮✮✮✮✮ (170XP)
-Gastar 90% do MP (???)
-Enfrentar uma divindade do fogo (???)
- ortografia correta (20XP) - Avaliação do Narrador
- dinamismo do texto (20XP) - Avaliação do Narrador
- texto de até 50 linhas (20XP) ou texto de 100 linhas (50XP)  ou Texto de 200 linhas ou mais (100XP) - Avaliação do Narrador
Regras:
-No final vou analisar a narração, lhe dar os devidos pontos e bem provável dar alguma coisa.
-Prazo de 15 dias (se precisar de mais é só pedir)
-Boa sorte.
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Re: MOP | DE MAL A PIOR_ALBAFICA

Mensagem por Albafica em Qui Maio 25, 2017 4:28 pm

MY SKIN IS RADIOACTIVE

A semana foi a mesma de costume. Eu festejava com os seres da floresta pela madrugada e acordava rodeado de ninfas e sátiros satisfeitos e nus ao meu redor na primeira luz da manhã. Logo em seguida eu cuido da floresta, refazendo os estragos que a caça a bandeira deixa pelo caminho, cuido dos animais e dos espíritos tímidos do dossel. Vou até o acampamento, ou quase perto, e trato da minha tenda e dos afazeres domésticos dela e volto para a floresta para mais uma rodada de festa misteriosa e orfética de um deus natural. A última vez que saí dessa rotina, eu estava enfrentando deuses da guerra na Itália. Hoje, eu já não sei por onde andam meus amigos deuses. Soube que recentemente ocorreu um rompimento da barreira na praia, mas não pude ajudar. Minhas ninfas precisavam da minha proteção contra invasores e se eu saísse do meu posto, algo poderia acontecer com elas.

De qualquer forma, eu levantei-me aquela manhã e caminhei pela forragem sem rumo certo. Quando percebi, eu havia deixado a floresta e meus pés me guiavam até a colina. Senti um pesar na mesma hora que descobri que havia saído do meu cárcere da floresta. E, quando deu por mim, uma velha esbarava em mim, gritando coisas loucas e sem sentido. Ela parecia uma filha de Apolo cadeirante que fazia o mesmo e assustava os campistas. Mas eu consegui sentir a dor e o desespero na voz e no olhar da senhora.

Minha energia ressoou com a da velha e no mesmo instante eu soube que a velha não era uma velha qualquer: Era minha mãe. Ela precisava da minha ajuda e eu precisava ajuda-la custe o que custar. Ela queria que eu derrotasse alguém que queria tomar o seu lugar, logo imaginei algum deus das florestas ou da natureza que quisesse tira-la do poder. O que era comum esses dias. Os primordiais estavam tentando tomar o poder dos Olimpianos e minha mãe não quebrava a regra.  

As lágrimas de seiva rolavam pelo rosto de mamãe, mas antes que eu pudesse falar alguma coisa, ela se desfez no vento como um sopro de dente de leão. Senti meu chão ruir debaixo de mim, mas a sensação de seguir em frente era maior do que eu podia conter. Assim que desci a colina, avistei uma garota caída. Seu rosto melancólico e olhos perdidos se casaram com a minha mirada. Senti o peso do mundo nas costas e uma pontada de aflição e confusão.

- Cuidado com aquele que respira fogo e tem folego de brasa... – falou a garota. Fiquei confuso, mas peguei a garota no colo e a coloquei na cadeira de rodas que estava trombada num dos pinheiros da colina.

- Sophie, você não deveria sair por ai sozinha, algo pode acontecer com você... – disse a filha de Apolo, a mesma que comentei anteriormente.

A garota tocou a minha mão com carinho e olhou-me com veemência. Seus olhos estavam transparentes com o que sentia e eu pude lê-los antes mesmo dela dizer – Cuidado...

- Pode deixar, agora voltei pro seu chalé, por favor! - falei passando a minha mão delicadamente pelo seu rosto atormentado, demostrando um pouco de afeto e preocupação pela mesma.

A garota assentiu, mas me olhava de canto tentando ter certeza de que eu tomaria cuidado. Seja lá o que for, a garota estava me alertando sobre algum inimigo de fogo. Quem? Eu não sei, mas não sei se posso domar o fogo tão bem quanto os outros elementos. Sou uma entidade da floresta e brasa ardente me dá um pouco de receio. Espero que Hestia não tenha dado a louca e queira um lugar no conselho do Olimpo, justamente o lugar da minha mãe.

Segui em frente pela rodovia, usando meu instinto para chegar até algum lugar, mas não conseguia seguir meus instintos na cidade e tão perto da civilização. Eu estava completamente perdido e sem direção alguma. Acabei chegando na cidade de NY, mais precisamente num dos becos escuros e fedidos da cidade. Entretanto, lá estava, atrás de uma das lixeiras, um bilhete bobo de sequestro. Nele dizia que era para eu estar no deserto do Atacama exatamente no dia de hoje ou ela morria. Ela quem? Minha mãe talvez? O único problema era que o deserto ficava entre o Chile e o Peru. E, sabendo-se que eu ainda não tenho o poder da onipresença, não sei como chegar lá ainda hoje.

Junto do bilhete, num saquinho, havia um tipo de pulseira de metal velho adornado com rococós em formato de flamula. Deve ter uns 300 anos essa coisa e não posso jogar fora. Meu pai sempre falava que coisas velhas davam sorte e como estava com o bilhete de sequestro, deveria me dar alguma dica de como ou onde chegar até meu destino.

Levantei-me dali e fui até o banheiro de uma loja de café que tinha ali perto. Starbuck? Acho que era esse o nome. Nunca tomei, mas algumas fofocas de sátiros e suas viagens, dizem que é muito bom. Enfim, no banheiro, após fazer um xixi e lavar o rosto, o espelho, ou melhor, meu reflexo sorriu pra mim e saindo do vidro refletor jogou-me contra a parede com força. Senti o azulejo da parede se quebrando nas minhas costas e minha pele se rasgando deixando um pouco do meu sangue ali. Minha cópia tentou socar meu rosto novamente, mas segurei seu punho com meu braço forte e a pegada concreta da minha mão. Reagi rápido e cabeceei o reflexo, fazendo-o tontear até segurar-se na pia.

- O que quer de mim? – Exclamei, mas meu clone voltou a me atacar, ignorando minha pergunta.

Ele parecia muito burro, pois não sabia usar direito os reflexos e a habilidade natural do meu corpo. O peso dos meus músculos soava novidade para ele e era daí que eu tirava vantagem. Desviei pela direita, enrijeci os meus músculos do braço e num golpe só desnorteei meu reflexo. Ele derrubou uma pilha de papel toalha e desabou no chão. Sorri satisfeito, mas sabia que ainda não era o fim.

O clone levantou-se, limpou a boca e avançou novamente dando três socos no ar. Desviei dos três, mas não esperava uma joelhada. Dei um passo para trás, me distraí e recebi um soco de raspão na altura do meu queixo e outro bem dado na altura do meu peito. Meu coração acelerou e uma gota de suor escorreu do meu rosto. Me senti frio, mas devia ser a energia urbana do banheiro. Pisquei uma vez e meu reflexo domou meus movimentos, travando minha traqueia numa chave de braço que durou uma eternidade. Achei que ia morrer ali. Meus olhos estavam virando, mas me lembrei de Zoey, a instrutora de adagas e terminei de empurrar minha cópia contra a parede enquanto eu ainda tinha forças para isso.

Ele soltou e consegui respirar novamente.

Meu reflexo abriu um sorriso vencedor, mas durou pouco tempo. Ele correu pelas pias do banheiro, saltou pela parede oposta e num chute forte estalou o meu pescoço. Apoiei meu copro na pia par anão cair, mas não deu certo, o outro Alba me deu um gancho de direita, outro de esquerda, aproveitou minha moleza e enfiou minha cabeça contra a porcelana da pia. Senti meu crânio quebrar e Thanos vir me abraçar num cumprimento da morte.

Meu corpo estava estirado no chão e plenamente ensanguentado, mas como não nasci ontem, meu corpo divino usou seus últimos recursos para me reerguer. Me recompus e disferi um combo sequencial de três socos fortes e uma cabeçada no meio do rosto da duplicata. Quando meu clone estava quase para desabar, o agarrei pelo bíceps e antebraço e o rodopiei no ar lançando-o de volta para o espelho.

Era para ter acabado...

Quando soltei minha mão do clone, o mesmo entrelaçou-se em mim com força e me dragou para junto dele através do espelho. Quando dei por mim, meu corpo vagava pelas trevas e sorrisos até ser cuspido noutro lugar.

Meu corpo rolava pela areia quente e seca de um deserto escaldante. Minha garganta pedia água mas não havia nada ali. O Sol era bem quente e o calo parecia palpável ao toque. Era como se Helio estivesse me pedindo um abraço ou algo do tipo. Abri meus olhos e me vi isolado ali. Havia somente o espelho por onde eu vim, o sol, cactos e areia por todo lado. Eu estava no deserto do Atacama (torcia para que estivesse certo). Meu clone apareceu ali e finalmente falou comigo:

- Ei trouxa! Segue reto e vai dar tudo certo no final...

- Quem pediu para me ajudar?

- Ninguém importante... só lembre-se de voltar aqui para voltar pra casa e depois acertamos a conta no mesmo banheiro... - alertou-me.

Assenti e caminhei pelo caminho que me indicou.

Não demorei a chegar, mas assim cheguei, pude ver a situação toda. Havia uma garota de cabelos brancos e aparência encharcada dentro de uma gaiola de ferro grosso e rústico. Ao seu lado um homem grande de pele escura e músculos tão grandes quanto melancias. Eu achava que meus braços eram enormes, mas esse homem estava de parabéns. Talvez essa fosse a garota sequestrada e eu deveria ajudar. Meu coração era bom demais e meus objetivos além de mim para deixa-la presa. Eu sei que minha mãe ficaria um tanto brava comigo por não conseguir ajuda-la, mas não posso deixar essa donzela presa ali, mesmo que ela seja culpada por isso. Além do mais, sinto cheiro de maresia, flor de sal e alga marinha. A energia natural dessa menina indica claramente forte ligação com a natureza, ou seja, uma ninfa feita de refém é minha zona de combate e preciso resgatá-la.

Antes de avisar que eu estava ali, toquei a areia e expandi minha energia para que um campo de rosas brancas inundasse a areia por todos os lados, por uma extensão de solo grande o suficiente para que eu pudesse absorver energia para combate. Algo nesse homem de pele escura não estava correto e preciso ter cautela. Deixei as flores bem perfumadas para esconder o meu cheiro natural de mogno e flores silvestres.

- QUEM ESTÁ AI? - vociferou o gigante.

Eu ainda escondido atrás das dunas arenosas do Atacama. A areia queimava meus pés descalços, mas ainda era suportável. Puxei a correntinha de estrela do pescoço, revelando minhas foices gêmeas, Pollux e Kastor. Agora eu estava preparado para o combate, caso fosse esse o rumo das coisas.

- Eu sou Albafica, o deus dos bosques e vim resgatar essa ninfa... - falei firme. Meu macacão escorregou pelo meu ombro, deixando parte do meu peito nu exposto. Sim, eu não uso roupa por baixo do meu macacão velho.

- HAHAHA - riu-se - então é você o filho protegido de Deméter, aquela estúpida!

- Não fale assim da minha mãe! - Disse girando minha foice dourada contra a luz do sol, girando a lâmina prateada num golpe contra o gigante de forma invisível. O homem grande, equipado apenas com uma roupa levinha de seda branca deu um passa para o lado, deixando minha arma fluir cega. Ou seja, errei o golpe.

-Tolo... - Falou o homem inflamando o campo de flores que criei, tornando em cinza e evaporando cada lembrança do cheiro do meu tapete de flores - Eu sou Kakos, o gigante de fogo filho de Hefesto - Na mesma hora lembrei do que Sophie me dissera mais cedo. Sua roupa de seda agarrou-se ao corpo do gigante tornando-se couro. O fogo concentrou-se em sua mão e um martelo grande e maciço tomou forma. - Eu vou te matar aqui mesmo e provar aos deuses do Olimpo que deusinhos da floresta não servem pra nada e tomar o lugar da sua mãe no conselho Olimpiano.

O gigante cortou o ar e uma pressão imensa me empurrou para longe. Choquei-me contra um banco de areia. Abri os olhos e senti meu corpo se esmagar. Kakos me martelou contra o banco de areia e me fez atravessa-lo numa velocidade enorme. Rolei pela areia aos trancos e barrancos deixando um rastro de sangue pelo caminho. Senti meu peito arder e meu ar demorar a se recompor. Ainda bem que cobri meu corpo por fungos antes de receber essa martelada, caso contrário eu teria explodido.

Levantei-me e quando notei, o cara monstruoso já estava diante de mim. Abaixei-me para não receber outra martelada e puxei meu outro pingente, transformando meu corpo em pedra. Saltei o mais alto que pude para desviar de outro ataque arrasador de sua arma e transformei meus punhos em madeira maciça para sentar dois socos fortes em seu rosto e um gancho de baixo pra cima em seu queixo assim que eu pousasse no chão. Não teve efeito algum, pois Kakos abriu um sorriso tosto e investiu contra mim. Usei minha habilidade de controlar sangue e o segurei, quer dizer, interrompi seu movimento por alguns segundos, pois ele era muito forte e rápido demais para controla-lo. Abri uma brecha de dois segundos para dar mais três socos de madeira maciça em seu peito lardo e quente.  Minha vitalidade estava acabando a troco de nada, então resolvi não gastar meus punhos de madeira com um cara que nem sente. O repeli novamente e me afastei por segundos preciosos. Senti o martelo do meu oponente esmagar o ar que eu respirava a poucos centímetros do meu rosto.

Respirei fundo e aliviado. Criei um campo de flores ao nosso redor e quando ele desferiu novamente o golpe contra mim, o interrompi com dificuldade e explodi meu corpo em pétalas. Kakos ficou uma fera e fulminou o campo com suas brasas. Meu corpo se encheu de bolhas de queimadura, mas pelo menos eu estava abraçado ao gigante, transferindo fungos corrosivos pelo corpo do filho de Hefesto. Ele me deu três cotoveladas nas costas. Cuspi sangue e meus braços cederam. Kakos me agarrou e jogou-me contra outro banco de areia. Senti um ou outro osso de partir. O efeito do meu corpo de pedra se desfez e senti dor, dor o bastante para demorar a levantar-me.

O gigante estava sofrendo pelos fungos, mas nem parecia se importar. Ele me agarrou e me jogou pra cima. Ainda no ar, me martelou como se eu fosse uma bola de baseball. Fui parar perto da gaiola onde a garota estava. Meu sangue escorreu pelas minhas feridas e eu sabia que isso era bom, apesar de me sentir zonzo. Ajoelhei na poça de sangue e novamente criei um campo de flores ao meu redor. As minhas rosas absorveram meu sangue carmim e quando o gigante apareceu, as explodi em pétalas afiadas e as fiz correr contra meu alvo. Escondidos ali no meio das flores vermelhas de sangue, estavam espinhos venenosas que rompiam minha pele. Minha armadilha bela e mortal estava armada.  

O gigante caiu na areia. Mas não parecia derrotado. Talvez ele precisasse de um tempo para que o efeito venenoso passasse e pudesse se erguer novamente. Meu corpo estava fraco e sem muita vida, mas fui capaz de abrir a gaiola onde a ninfa estava presa e para minha surpresa:

- Você é tolo como Kakos falou... Mas agradeço por me ajudar. Apesar de tudo, você é meu senhor... - disse a ninfa com voz melancólica - Meu nome é Misia, uma naiade, serva de Nyx - Revelou-se. Eu não consegui contestar uma sequer palavra. Eu estava cercado por inimigos, mas não tinha problema, meu coração bom me traiu, mas não havia culpa em mim - Vou te ajudar apenas essa vez... Observe - Ela tirou a pulseira do meu pulso e revelou uma concha no lugar. Para meu infortúnio, eu havia devolvido o item especial dessa ninfa jurada de guerra contra os olimpianos.

O gigante levantou-se e ao ver a ninfa com a concha, arregalou os olhos e antes de falar qualquer coisa, a areia do Atacama tornou-se um rio de água salgada, lavando o gigante para longe. Ele virou fumaça e evaporou nas águas. A ninfa de cabelos desgrenhados me ajudou a levantar e me guiou até o espelho. Ela não o mirou, aparentemente tinha medo de olhar se reflexo. Eu poderia dizer mil e uma coisas, mas contive as palavras para mim mesmo. Minhas mãos queriam tocá-la, mas a frieza desse espírito não me permitiu.

- Obrigado. Da próxima vez, você será minha inimiga, correto?  - Ela apenas meneou a cabeça positivamente - Bom, saiba que há espaço pra você no meu abraço. Minha missão é proteger espíritos, sejam eles quais forem - Afirmei.

- Eu sei, mas meu destino já está selado às trevas.

Senti um pesar por deixa-la. Porem, sei que defendi minha mãe apesar de tudo. Atravessei o espelho e ressurgi no banheiro do Starbucks. Meu reflexo piscou uma vez e me despedi dele também.


Tag: --- | Note: --- | Post: ---
Haymon Derrier LG


Itens levados:
➤  Pollux&Castor (火) [Pingente em forma de estrela que ao ser girada (cada lado em um sentido), abre-se em uma duas foices (dourada e prateada), presas por um "segurador" de ferro e correntes de titânio. Mesmo sendo leve quando está compactada, seu peso triplica quando está aberta devido a corrente de titânio] Causa dano de 24 pontos pela lâmina de prata, Castor, e 30 pontos pela lâmina de ouro, Pollux.

➤  Filakto Petra - Um pequeno amuleto feito de Medusa que transforma sua pele em pedra. Defende o seu HP em até 100 e aumenta sua força em 50%

itens realizados:
-Descrever como estava a semana até o encontro com Deméter e como imaginou que seria a missão, sendo pego desprevenido. (Feito)
-Encontrar um bilhete de sequestro e descobrir a origem dele (Atrás da lixeira.)
-Achar um objeto antigo de metal e ser enganado achando que dá sorte (pulseira)
-Adicionar um NPC terrorista à trama (Misia)
-Sofrer com suas qualidades (muita bondade)
-Enfrentar uma duplicata sua e quase morrer duas vezes (feito no banheiro)
-Receber um alerta da NPC Sophie Froster, filha de Apolo (Achei ela caída na colina)
-Lutar no deserto (Deserto do Atacama)
-Gastar 90% do MP (gastei aproximadamente 400MP, pouco mais de 90%)
-Enfrentar uma divindade do fogo (Kakos)

contagem de MP:
Fungicinese Defensiva = 50MP
Marionete de Sangue = 60MP
Fungicinese Ativa = 20MP
Fusão de Flores = 30MP
Espinhos Carmim = 60MP
Talho de Folhas = 160MP

Total = 380
% de MP = 420 - 380 = 40MP = 9,5% ou seja, usei 90,5% de MP
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Re: MOP | DE MAL A PIOR_ALBAFICA

Mensagem por Poseidon em Qua Maio 31, 2017 8:36 pm

Avaliação
Atualizado por: Poseidon
Bom.
Parabens!
+1 level
+563 Xp
+500 Dracs
+ Senzu Beans- Um saco de feijoes magicos, capazes de restaurar completamente o Hp de quem os comer. (0/10)
+ Pulseira Anti-Fogo- Pulseira que permite o portador, ter imunidade ao fogo.
+ Rumble Balls - Um saco com bolas restauradoras que ao mastigas restaura todo MP do usuario. (0/5)
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Re: MOP | DE MAL A PIOR_ALBAFICA

Mensagem por Apolo em Qua Maio 31, 2017 9:20 pm

Avaliação
Brilhante.Gostei de tudo que você pôs.
☼ 1 Nível
☼ 390 XP
☼ 600 dracmas
☼ Ampolla: Um pingente de ampulheta metálica com areia vermelha e verde  dentro, na parte superior há o desenho de uma brasa queimando. Uma vez por narração pode criar uma esfera de fogo verde tendo dano de 150 pontos em climas favoráveis e sobe para 300 em contrários. Além de diminui 30% de danos causados por fogo.
☼ Agraciado: Quem recebe algo. Concede uma bonificação de 20% a mais em dracmas para Albafica pelo seu jeito de ser.

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Re: MOP | DE MAL A PIOR_ALBAFICA

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