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[MOP] Danny Yad - Vou passear no bosque...

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[MOP] Danny Yad - Vou passear no bosque...

Mensagem por Thanatos em Seg Set 26, 2016 6:51 pm



Vou Passear No Bosque...
lake


____
Era um dia muito quente para ficar na fornalha atendendo pedidos, ainda mais quando seu corpo já é quente por natureza, e foi assim que Danny decidiu fechar a forja. Mais que isso ninguém estava vindo na sua loja, o dia estava quente demais e todos se dirigiam á praia, mas Danny não gostava da praia, ela só fazia ele se sentir mais e mais quente além disso haveriam muitas pessoas lá, foi então que Danny decidiu ir até o lago.

Nine já estava se dirigindo para a praia jundo com seus irmão, num grupo tão grande que pareciam um batalhão. seria inútil contactá-lo agora, seria levado a praia mesmo que não quisesse. Então Danny foi até seu chalé, vestiu sua roupa de banho e se dirigiu para o lago.

Para sua surpresa não havia uma alma vivente ali, o que foi ainda mais relaxante para Danny. Mas enquanto estava nadando em meio ao bosque ele ouviu alguma coisa.

Objetivos:

- Investigar o som e de onde veio (5XP)
- encontrar uma cobra (5XP) [ assim que você encontrá-la tem a chance de 1- atacar ela (20 dracmas) 2 - deixar ela (20XP) 3 - seguir ela (???)
- procurar sem sucesso por 45 minutos há uma hora (20 XP)
- Encontrar um homem ferido, com cicatrizez por todo o corpo e ferimentos. (50 XP)
- Cuidar do homem (50 XP - para uma cura ruim. 100 XP para uma cura boa [tudo depende da sua narração])
- Usar elementos a sua volta na cura do homem e isso for possível. (???)
- Esperar até que ele se estabilize e acorde. cuidando da(s):[cumulativas, mas cada tratamento a seguir serve como um objetivo]
- Febre (20XP)
- Alucinações (20XP)
- Feridas abertas (40XP)
- Sangramento (40XP)
- Ossos quebrados (50 XP)
- Fazer tudo sozinho sem pedir ajuda (50 XP) ou pedir a ajuda do deus da medicina (???)
- assim que o homem estiver acordado, perceber que suas feridas e cicatrizes se foram (5XP)
- descrever asclépio, enquanto ele lhe explica a prova que ele fez para você.
- ortografia correta (20XP) - Avaliação do Narrador
- dinamismo do texto (20XP) - Avaliação do Narrador
- texto de até 50 linhas (20XP) ou texto de 100 linhas (50XP) ou Texto de 200 linhas ou mais (100XP) - Avaliação do Narrador

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Re: [MOP] Danny Yad - Vou passear no bosque...

Mensagem por Danny Yad em Qui Out 06, 2016 4:30 am


Forge Son

Sentei embaixo da árvore aproveitando a sombra reconfortante que ela me proporcionava. O lago tinha uma sensação refrescante, a umidade do ar entrando e saindo pelos meus pulmões, resfriando o meu metabolismo, que queimava com a temperatura elevada daquela tarde.

— Apolo, seu infeliz, maneira nisso aí! — Exclamei para os céus.

Estava embaixo da mesma árvore com quem sempre me encontrava com Nine, onde contávamos nossos segredos, nos beijávamos e expressávamos o sentimento que sempre nos preenchia quando estávamos juntos. Eu o amava, ele também me amava, mas naquele dia eu estaria sozinho. Ele havia ido para praia com seus irmãos, junto com uma verdadeira caravana, liderado pelos filhos de Apolo.

Eu até queria ir, mas eu precisa me refrescar e não ficar ainda com mais calor, como sempre acontecia quando eu ia para a praia, com toda aquela areia escaldante, sal que cristalizava no corpo, deixando aquela sensação de que algo estava grudado no corpo e a falta de sombra. Odeio praia.

Alem disso, ainda tinha os livros de medicina. Desde meu retorno da Nova Zelândia, eu entendi a necessidade de saber de ervas medicinais, de curativos e chás. Alex vinha me ajudando, emprestando muitos livros de medicina mágica e explicando sempre que tinha dúvida, o que acontecia a cada dois minutos.

Eu estava me preparando para a possibilidade de que Nine quisesse fugir. Se essa probabilidade existia, então eu teria que me preparar para a eventualidade de, caso nós nos machuquemos, eu consiga tratar as feridas de Nine, já que não teremos mais uma enfermaria a nossa disposição. Eu tinha que me preparar para o mundo do lado de fora e para cuidar de Nine o máximo que pudesse.

O bosque estava calmo, tranquilo e quase silencioso, apenas com o som de um pássaro ou outro que vinha me presentear com seu canto. Um belo dia que prometia ser proveitoso e relaxante. Sinceramente, eu tinha que ter desconfiado. Dia relaxante e semideuses não coexistem no mesmo universo.

Foi um grito de desespero, vindo de muito longe na floresta. Eu não tinha a menor ideia da distância, mas até onde eu sabia podia ser um campista, podia ser até mesmo Nine. Não! Nine estava na praia, não podia ser ele.

Fosse Nine ou não, estava em perigo. Eu precisava ajudar.

Desbravei a mata, feito um louco, indo de um lado para o outro, conforme os gritos mudavam de posição e desapareciam, como se a pessoa estivesse sendo abafada por alguma coisa, ou escondendo-se dessa coisa e, quando era achado por ela voltava a gritar por ajuda. Eu só conseguia imaginar o desespero que ele estava passando, sendo perseguido por algum tipo de pregador.

Eu quase desisti duas vezes, vendo que a voz desaparecia durante um longo tempo, depois voltava a gritar desesperadamente. Eu devia estar a quase uma hora correndo de um lado para o outro sem saber exatamente por onde ir e a os parou de novo. O silêncio desesperador de que algo poderia ter finalmente posto um fim ao desespero da fulga.

Eu fiquei sem direção, percebendo que eu entrara na mata seguindo o som, por puro impulso e não gravara meus passos, de modo que não conseguiria voltar por onde vim. Cara, como sou burro!

Então ouvi o chocalho. Muito perto de mim.

Não pude evitar de invocar Mjölnir e martelar a árvore por puro reflexo, mas a serpente, com seus reflexos ofídios, moveu seu copo invertebrado esquivando-se do martelo, enroscando-se na arma e eu, ao invés de soltar, comecei a balançar o martelo de um lado para o outro, dando gritos nada másculos, enquanto ela subia pelo meu braço.

Era amarela, de cor exótica e certamente venenosa. Eu odiava cobrar justamente por causa do veneno.

Ela se enroscou em meu corpo e tudo que pude fazer foi choramingar, esperando pela picada derradeira, imobilizado pelo medo de que qualquer movimento brusco pudesse atiçar a peconha da serpente.

Ela colocou sua língua para fora e invadiu meu ouvido, causando arrepio na minha alma de tão repugnante. Então ela desceu pelo meu tronco, apertando-me aqui e ali, como se estivesse se aproveitando da situação e depois desceu pela minha perna, rastejando pela terra em zigue e zagueiro.

Eu fiquei tentando limpar o meu ouvido e dando aqueles tremeliques que temos quando sentimos nojo de algo que encostou na gente. Ela estava para entrar no arbusto e então parou no meio e olhou para mim, balançando a cabeça como se pedisse para que eu a seguisse. Eu devia estar louco para seguí-la, mas fiz.
Ela rastejava pelo chão da floresta com maestria, enquanto eu tropeçava aqui e ali nas raízes das árvores, que despontavam da terra, atrapalhando meu andar.

Em dado momento eu perdi a cobra de vista, mas ouvi o grito desesperado novamente e meus instintos tomaram conta de mim e eu corri, atravessando um arbusto fechado e dando numa clareira aberta, com um tapete verde de mato rasteiro.

No centro dele, um homem ferido convalescia, cercado por mais três. Os agressores eram estranhos. Tinham cabeça de buldogue, mas seu corpo era humanoide, com alguma pelagem semelhante à dos cães, segurando facas e com babas escorrendo de suas bocas.

No momento em que apareci eles latiram. Por algum motivo eu lati de volta. O que não fazia o menor sentido. E, por sinal, eu não conhecia muito bem a linguagem canina, por acho que minha intenção era pedir para que eles se afastassem do homem, não que eles me atacassem.

Os três avançaram rapidamente na minha direção e eu não titubeei. Aumentei minha agilidade, aumentando a eficiência mecânica do meu corpo, e preparei-me para a primeira martelada, que alcançou o primeiro homem-cão bem no ar, quando ele saltou para me abocanhar, lançando-o feito um míssel mata a dentro. O segundo fora esmagado num golpe que fora ligado ao anterior. O terceiro? Não quis o mesmo destino que o resto de sua matilha e correu de volta para a mata.

Fiz com que Mjölnir voltasse para sua forma de pendant, para que eu pudesse analisar o homem ferido.

Era um jovem com seus catorze anos, um dos campistas provavelmente. Estava todo arranhado, roxo e com alguns ferimentos sangrando. Sofrera um corte profundo na costela, outro no braço e mais um na testa, embora esse fosse menos grave, ao menos parecia.

Ele se debatia, como se luta do contra alguém. Tentei me aproximar, mas levei um soco forte no queixo, o que me fez tombar para traz. Pensei em revidar, mas ele não estava realmente ali. Seus olhos estavam vermelhos e sua face parecia queimar de tão vermelha que estava. Havia lido nos livros que dependendo da temperatura, a febre podia causar graves alucinações.

Segurei firme um dos braços dele e ele tentou se soltar, mas, como filho de Hefestos, minha força era muito superior ao garoto. Aproveitei a chance e agarrei o outro, passando para trás dele e erguendo-o, como num golpe de judô, mirei a fonte de sua cabeça e medi minha força, acertando-o de uma vez só. Ele amoleceu em minhas mãos. Ótimo! Agora eu poderia trabalhar.

Deitei o jovem no chão e tirei minha camisa, tentando limpar da melhor forma que podia o ferimento. Percebi que ele estava muito quente. Sua pele estava ardendo quase tanto quanto minha caldeira. Antes de começar qualquer tratamento aquela febre tinha que baixar, caso contrário, a temperatura poderia fritar o cérebro do garoto.

Lembrei-me que passei por uma das nascentes do lago antes de chegar ali, o que poderia me ajudar a baixar a febre dele. O peguei no colo e o levei mata a dentro, sempre prestando atenção se por um acaso um dos pequenos homenzinhos voltariam.

Não demorei para ouvir o barulho das águas correndo pelas pedras no meio da floresta. Me apressei e encontrei o córrego, serpenteando em meio a vegetação virgem. A natureza não era muito fã da minha espécie, mas eu não podia deixar de admirá-la ali, selvagem e livre da interferência humana.

O deitei na pedra e o despi. Lavando minha camisa ensanguentada no córrego  e voltando a limpar os ferimentos. Eu precisaria estancar aquele sangramento, além de baixar aquela febre.

Rasguei minha camisa e envolvi o tronco do rapaz, apertando firmemente para estancar o sangramento, fiz a mesma coisa com uma das blusas dele, estancando o ferimento do braço. O da testa já havia coagulado, então não deveria me preocupar.

Olhei ao redor procurando ideias e percebi que, enroscada em uma das árvores que me rodeava, a serpente me observava, quase como se tivesse inteligência. Dessa vez não me preocupei, ela tivera a oportunidade de me matar e, além disso, me levara até o homem. Seja lá o que fosse, era do bem.

Ok. O que fazer? Olhei ao redor, como se fosse me ajudar e identifiquei uma das plantas: Macela. Puxei na minha cabeça quais eram os efeitos dela e, para minha sorte e recompensa de meu esforço, lá estava. Ela serviria para baixar a febre, além de combater as inflamações das feridas.

Revisei mentalmente as muitas ervas que poderiam ser úteis e deixei o homem, com a promessa de que retornaria. Rodeei o local com muita atenção, percebendo que a natureza tinha cura para todos os males. A mais longínqua planta estava a cinco minutos de onde o ferido estava.

Quando retornei, ele ainda estava onde havia deixado. No meio do caminho, achei uma árvore de cabaça, que permitiu que eu tivesse um recipiente para fazer as infusões.

Pus as folhas de macela e arruda dentro da cabaça, usando a pirocinese para fazer a água levantar fervura. Quando estava pronto eu o fiz ingerir, minutos depois ele começará a suar e a temperatura do corpo foi abaixando. Ótimo! Esse problema, ao menos, fora resolvido.

Depois peguei mais um punhado de folhas de arruda, fazendo uma pasta e aplicando sobre as feridas. Ela ajudaria na cicatrização do ferimento, mas eu não tinha como ajudar com a fratura.

O corte na altura da costela, conseguiu chegar até o osso, fraturando-o, mas eu não sabia como tratar algo como aquilo. Não tinha poderes curativos como Alex ou os outros filhos de Apolo, restando-me somente a opção de levá-lo para o acampamento.

— Você precisa de um médico de verdade! — Eu disse para o garoto desmaiado.

Eu devia ter prestado mais atenção a serpente, pois enquanto eu cuidava do rapaz, a serpente se aproximara e subira por minhas pernas, apalpando-me mais do que devia. Antes que eu percebesse não era mais a serpente, mas um homem que me lembrava muito um dos filhos de Apolo.

— Eu posso ajudar com isso. — Disse ao pé da minha orelha.

Eu dei três passos, afastando-o com força bruta.

— Isso são maneiras de tratar alguém que salvara sua vida? — Ele questionou com um sorriso divertido nos lábios.

Tinha uma barba bem aparada, cabelos loiros e olhos azuis. Tinha um corpo bem desenhado por baixo do jaleco branco e sua expressão era alegre.

— Fez muito bem considerando seus recursos, mas eu assumo daqui! — Ele simplesmente impôs as mãos e todos os ferimentos desapareceram.

Fiquei parado, observando o brilho dourado que saía de suas mãos tratar os ferimentos do rapaz. Ele ergueu-se do chão como se nada tivesse acontecido, novinho em folha. Nu, mas curado.

Então o deus estalou os dedos e ele se desfizera em canários dourados. Eu dei mais um passo para traz confuso.

— Quem é você? — Questionei, invocando Mjölnir.

— Asclépio, filho de Apolo, quem salvara você na Nova Zelândia e... — Ele fez uma pausa dramática, dando um sorriso aberto. — ...Seu patrono!

— Eu? Mas...porque? — Questionei.

— Porque você nem pensou em si mesmo antes de seguir os gritos desse próprio coitado. — Disse simplesmente. — Fez questão de mandar seus algozes voando pela floresta e fez de tudo que estava em seu alcance para restabelecê-lo, como um médico faria.

Estalou seus dedos e tudo desapareceu, estava de volta a forja, confuso com tudo que havia acontecido.



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Re: [MOP] Danny Yad - Vou passear no bosque...

Mensagem por Thanatos em Qui Out 06, 2016 7:30 pm



Vou Passear No Bosque...
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Objetivos:

- Investigar o som e de onde veio (5XP)
- encontrar uma cobra (5XP) [ assim que você encontrá-la tem a chance de 1- atacar ela (20 dracmas) 2 - deixar ela (20XP) 3 - seguir ela (1 nível)]
- procurar sem sucesso por 45 minutos há uma hora (20 XP)
- Encontrar um homem ferido, com cicatrizez por todo o corpo e ferimentos. (50 XP)
- Cuidar do homem (50 XP - para uma cura ruim. 100 XP para uma cura boa [tudo depende da sua narração])
- Usar elementos a sua volta na cura do homem e isso for possível. (Bolsa de Ervas [Item])
- Esperar até que ele se estabilize e acorde. cuidando da(s):[cumulativas, mas cada tratamento a seguir serve como um objetivo]
 - Febre (20XP)
 - Alucinações (20XP)
 - Feridas abertas (40XP)
 - Sangramento (40XP)
 - Ossos quebrados (50 XP)
- Fazer tudo sozinho sem pedir ajuda (50 XP) ou pedir a ajuda do deus da medicina (50Dracmas)
- assim que o homem estiver acordado, perceber que suas feridas e cicatrizes se foram (5XP)
- descrever asclépio, enquanto ele lhe explica a prova que ele fez para você.
- ortografia correta (20XP) - Avaliação do Narrador
- dinamismo do texto (20XP) - Avaliação do Narrador
- texto de até 50 linhas (20XP) ou texto de 100 linhas (50XP)  ou Texto de 200 linhas ou mais (100XP) - Avaliação do Narrador

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- 1 nível
- 475 xp
- 50 Dracmas
- ➤ Bolsa de ervas: Uma bolsa feita de pano, com vários compartimentos, e uma variedade de ervas que podem ser usadas tento para Curar quanto para envenenar. [Cura e envenenamento, depende na narração do usuário e do narrador].

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Re: [MOP] Danny Yad - Vou passear no bosque...

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